Bom dia irmãos, salve Maria! Hoje quero deixar aqui o link para todos terem acesso aos documentos do CVII. São documentos que "organizam" nossa igreja nos dias de hoje, e por que ter esses documentos? Simples, para conhecer nossa igreja e poder defendê-la.
Acessem esse link http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm lá tem todos os documentos e vários idiomas, principalmente em português, e para salvar em PDF você precisa ir em IMPRIMIR, no campo de escolher a impressora, selecione SALVAR EM PDF, se não houver a opção salvar em pdf, baixe algum criador de pdf como PDF CREATOR, instale e vai aparecer a opção.
Deus abençoe a todos, tenham uma ótima semana e bons estudos!
Danilo Hernandes
Blog Formação Católica
"Prefiro viver na Loucura dos santos do que na sobriedade dos loucos"
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
National Geographic: a Virgem Maria é “a mulher mais poderosa do mundo”
WASHINGTON DC, 12 Nov. 15 / 12:05 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nossa Senhora. Santa Mãe. Virgem Maria. Rainha da Paz. Theotokos. Serva do Senhor. Mãe Maria. Estes são somente alguns dos títulos usados para descrever a jovem a quem o anjo apareceu há dois mil anos, com a mensagem de que ela conceberia e criaria o Salvador do Mundo.
Maria tem muito poucas palavras registradas no Novo Testamento, mas sua devoção mundial se estende através do tempo, culturas e inclusive religiões.
Em um artigo da edição do dia 8 de novembro da revista National Geographic, intitulado “Como a Virgem Maria se transformou na Mulher mais poderosa do Mundo”, Maureen Orth explora o fenômeno mundial da devoção à Mãe de Deus, antes da veiculação do especial do dia 13 de dezembro do canal National Geographic, “O Culto de Maria”.
Em seu artigo, Orth falou com estudiosos e peritos marianos e inclusive foi a peregrinações em alguns lugares de aparições marianas, para saber mais sobre “a mulher mais poderosa”.
“Vemos que a relação de Maria conosco não é qualquer relação, esta é sagrada”, disse Maria Enriqueta García, que fez sua dissertação de teologia sagrada no Instituto Internacional de Investigação Mariana na Universidade de Dayton (Estados Unidos).
A ideia de Maria como uma intercessora ante Deus vem da escritura na passagem das Bodas de Caná, quando Jesus realiza seu primeiro milagre, depois de sua mãe lhe indicar “não têm vinho”, para em seguida instruir os serventes “fazei o que Ele vos disser”.
“Desde então, nenhuma outra mulher foi tão exaltada como Maria”, escreveu Orth. “Como um símbolo universal de amor maternal, assim como de sofrimento e sacrifício, Maria normalmente é a pedra angular de nosso desejo de significado, um vínculo mais acessível dos ensinamentos sobrenaturais formais da Igreja. Seu manto oferece tanto segurança como proteção”.
Para seu artigo, Orth acompanhou os peregrinos ao redor do mundo, visitou alguns lugares onde ocorreram aparições marianas como Lourdes (França), Kibeho (Ruanda), Cidade do México e inclusive Medjugorje (Bósnia e Herzegovina), onde se diz que houve aparições embora o Vaticano ainda não tenha se pronunciado a respeito.
Em Kibeho, encontrou-se com Anathalie Mukamazimpaka, uma das jovens a quem a Virgem Maria apareceu de 1981 até 1983 com a mensagem de arrependimento e profetizou os eventos do genocídio de Ruanda, em 1994.
“A primeira vez que apareceu”, recordou Anathalie, “estava rezando o Rosário e ela me chamou pelo meu nome. Ela nunca me disse por que me escolheu. Disse que ela aparece a que ela quiser, quando e onde desejar”, contou.
“Ela nos pediu somente para amá-la tanto como ela nos ama”, assinalou.
Maria ajudou inclusive a dar identidade a uma nação, assinalou Orth, no caso de Nossa Senhora de Guadalupe com o México.
“Qualquer um que testemunhe o grande amor e devoção que os peregrinos demonstram por sua amada Mãe, nos dias da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, poderá perceber que a Virgem Maria está profundamente enraizada nos corações e almas mexicanas”, assinalou Orth enquanto acompanhava os peregrinos na Cidade do México, onde se conserva intacto o manto de São Juan Diego que leva a imagem milagrosa da Virgem do Guadalupe.
Assim como o Natal, os muçulmanos têm grande apreço pela Santa Maria, disse Orth, indicando que seu nome aparece mais vezes no Corão que no Novo Testamento.
“Deste modo, a Virgem Maria não é absolutamente distante para os muçulmanos”, disse o Pe. Johann Roten, diretor de investigação e projetos especiais na livraria Mariana da Universidade de Dayton.
No Egito, Orth falou com muçulmanos que foram atraídos a Igrejas devido à sua devoção à Maria.
“Sua história nos diz muitas coisas”, disse uma jovem muçulmana que rezava nos subúrbios da Igreja de Abu Serga, na Páscoa. “Ela é capaz de enfrentar muitas dificuldades em sua vida devido à sua fé, sua fé em Deus”, adicionou.
Fonte: ACI Digital
Fonte: ACI Digital
terça-feira, 10 de novembro de 2015
O Catolicismo e Maçonaria
…Nossa missão não é atacar a moral, o caráter e nem a ética da pessoa maçom, mas unicamente pontos filosóficos que são dogmas de vida para os maçons e que estes mesmo dogmas são contrários aos ensinamentos doutrinários Católicos.(…)
Quando um candidato a maçom ingressa na maçonaria ele é obrigado a fazer este juramento:
“Eu (cita o seu nome), juro e prometo, de minha livre vontade e por minha honra e pela minha fé, em presença do Grande Arquiteto do Universo e perante esta assembleia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um legítimo irmão ou em loja regularmente constituída; nunca os escrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na areia do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrilégio para com Deus e desonrado para os homens, Amém”.
REFERÊNCIA: (Ritual do Simbolismo Aprendiz Maçom, 2ª edição – Rito Escocês Antigo e Aceito, julho de 1979, pp. 51,54).
No primeiro grau da maçonaria o candidato admite que é profano, que está em trevas em busca de luz, pois a maçonaria afirma que todos os que não são maçons estão em trevas.
Isso não pode ser aplicado a um Católico, pois o mesmo através do batismo é uma nova criatura em Cristo Jesus.
Agora nos deteremos a pontos dogmáticos maçônicos que são inadmissíveis para um católico. Para isto, utilizaremos fontes maçônicas e colocaremos em contraste ao pensamento Católico.
A BÍBLIA:
“A bíblia para a maçonaria é apenas um livro sagrado, entre outros. A bíblia é uma metáfora da vontade divina” –REFERENCIA: Nogueira filho, “MAÇONARIA, RELIGIÃO E SIMBOLISMO”.
Para a maçonaria tanto faz o Alcorão dos muçulmanos, o Gita dos hindus e etc. “É apenas um livro sagrado, entre outros”.
A Igreja Católica diverge desse pensamento e diz que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita.
DEUS:
O conceito de Deus para a maçonaria é sincrético, conforme Albert Pike no livro “Moral e Dogma”, e não de um Deus pessoal, como nós Católicos acreditamos.
Albert Pike é um dos mais renomados maçons. Poderíamos atribuir-lhe o epíteto de “Papa da maçonaria”, devido a sua tão grande influência.
Albert Pike diz: “Deus não é um ser absoluto”. REFERÊNCIA: Décimo quarto grau – Moral e Dogmas – p. 223.
Conforme o candidato maçom vai progredindo nos diversos níveis (graus) maçônicos, ele aprende um nome sincrético de Deus: JA-BUL-ON (JABULON).
JA = refere-se ao Deus Javé / BUL = refere-se ao deus pagão Baal / ON = refere-se ao deus sol egípcio. Ou seja, existe um sincretismo no conceito de Deus.
Para nós católicos, isso seria uma blasfêmia ao nome de Deus, sendo que seu nome estaria posto ao lado de dois deuses pagãos para ser adorado. Deuteronômio 6, 4: “O Senhor Deus é o único Senhor”.
Respeitamos a crença daqueles que adoram estas divindades, mas enquanto Católicos convictos, não podemos aceitar!
Em Isaias 43, 10 o próprio Deus deixa claríssimo que não aceita compartilhar o seu nome com o nome de outros deuses.
Por tanto, fica claríssimo a divergência entre o Deus Católico e o Deus maçônico, sendo que para um, Deus, é um Deus Pessoal e zeloso, que não aprova outros deuses diante de si (Deus conforme o pensamento Católico); Enquanto o outro é um deus sincretista, que compartilha de várias “divindades”.
JESUS:
Albert Pike, mais uma vez em seu livro “Moral e Dogma, p. 541, explica o pensamento maçônico sobre Jesus:“Ousamos afirmar, aos sinceros cristãos, que Jesus de Nazaré, não foi nada mais do que um homem como nós. Sua estória é uma falsa personificação de uma lenda”.
ISTO É INADMISSÍVEL PARA UM CATÓLICO! Jesus é verdadeiro DEUS e verdadeiro homem! Não obstante, os maçons trata a vida de Cristo como fantasia, uma estória! ISSO É UMA BLASFÊMIA PARA COM A PESSOA E VIDA DE CRISTO!
Os maçons dizem que Jesus, Maomé, Buda e etc, são seres iluminados e são todos iguais. Ao chegar ao grau 33, o maçom torna-se como esses, “iluminados”.
Vejam o erro gravíssimo e inadmissível PARA UM CATÓLICO!
Outro grande maçom de renome, Manly P. Hall, grau 33, diz sobre Jesus: “O verdadeiro maçom não é limitado por credos. Ele percebe com a iluminação divina de sua Loja que, como um maçom, sua religião deve ser universal: Cristo, Buda ou Maomé, o nome pouco importa, pois ele reconhece só a luz e não o portador. Ele adora em todo santuário, dobra-se diante de cada altar, quer no templo, na mesquita ou na catedral, percebendo com sua compreensão mais genuína a unidade de toda a verdade espiritual”. REFERÊNCIA: Livro: As chaves perdidas da maçonaria, p. 65.
A isto, dito por Manly, não precisamos argumentar, pois é escandaloso para um Católico consciente não reconhecer tamanha gravidade.
É claríssimo que a maçonaria não aceita Jesus como Deus, sendo ele apenas um mestre da moralidade e eles não negam isso, basta que agora a pessoa que se diz Católico sair desse transe em que reina sua consciência.
Nós católicos cremos que Jesus é Deus e que não há salvação em outro nome.
Como então um Católico que se torna maçom, pode dá testemunho de cristão, sendo que para a maçonaria, Jesus não pode ser adorado e não é nada mais que um simples mestre?
PERGUNTEM A UM MAÇOM SE O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO PODE SER AO MESMO TEMPO JESUS CRISTO?! ISSO É INADMISSÍVEL PARA A MAÇONARIA. ENTÃO, PORQUE NÃO SERIA INADMISSÍVEL PARA NÓS, CATÓLICOS?!
POR ISSO É QUE A SANTA IGREJA CONDENOU E CONTINUA CONDENANDO A MAÇONARIA, ATRAVÉS DO DOCUMENTO “DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA”, QUE PODE SER LIDO DIRETO DO SITE DO VATICANO. (link abaixo).
Grande abraço, Salve Maria!
Fonte: Blog Carmadélio (Comunidade Shalom)
http://blog.comshalom.org/carmadelio/48636-catolicismo-e-maconaria-tem-divergencias-doutrinarias-serias-entre-si-ou-catolico-ou-macom
sábado, 7 de novembro de 2015
A resposta: o amor
Bom dia irmãos, Salve Maria Santíssima.
Hoje ao orar, me lembrei do filme "Eu Prefiro o Paraíso" de São Felipe Neri que ao entrar na casa do casal que o acolhe, ele olha pra cruz e simplesmente pergunta "o que queres de mim, o que queres que eu faça?", e resolvi fazer a mesma experiência e a resposta que tive foi AMAR, a resposta que tive do amor foi AMAR. Realmente, o que o mundo mais precisa é do amor, se houvesse amor não haveria aborto, divórcio e tantos outros que se eu ficar citando duraria horas, é do amor que jorra do peito de Jesus que precisamos, e que o amor de Jesus invada nossos corações e possamos transmitir ele em nossas palavras, olhares. Como nos ensina o livro Tratado da Verdadeira Devoção: Sejamos como Maria, pensemos como Maria, nos perguntemos se Maria faria isso ou aquilo, se ela falaria isso ou aquilo, AMEMOS COMO MARIA!

Vou deixar um link do Pe. Paulo Ricardo sobre Amor - Clique aqui e veja o vídeo.
São Felipe Neri - Rogai por nós!
Hoje ao orar, me lembrei do filme "Eu Prefiro o Paraíso" de São Felipe Neri que ao entrar na casa do casal que o acolhe, ele olha pra cruz e simplesmente pergunta "o que queres de mim, o que queres que eu faça?", e resolvi fazer a mesma experiência e a resposta que tive foi AMAR, a resposta que tive do amor foi AMAR. Realmente, o que o mundo mais precisa é do amor, se houvesse amor não haveria aborto, divórcio e tantos outros que se eu ficar citando duraria horas, é do amor que jorra do peito de Jesus que precisamos, e que o amor de Jesus invada nossos corações e possamos transmitir ele em nossas palavras, olhares. Como nos ensina o livro Tratado da Verdadeira Devoção: Sejamos como Maria, pensemos como Maria, nos perguntemos se Maria faria isso ou aquilo, se ela falaria isso ou aquilo, AMEMOS COMO MARIA!

Vou deixar um link do Pe. Paulo Ricardo sobre Amor - Clique aqui e veja o vídeo.
São Felipe Neri - Rogai por nós!
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
“A IDEOLOGIA DE GÊNERO É DEMONÍACA”, AFIRMA PAPA
O Papa Francisco condenou duramente a “ideologia de gênero” em uma conversa privada com o bispo austríaco Andreas Laun, no início deste ano, relatou o próprio bispo em um artigo.
Ao fazê-lo, o Papa segue as pegadas de seu predecessor, o Papa Bento XVI. Ao fim de seu pontificado, o papa emérito falou duas vezes sobre a ideologia de gênero como “uma tendência negativa para a humanidade” e uma “profunda falsidade”, sobre “a qual é um dever dos pastores da Igreja” colocar os fiéis “em alerta”.
Dom Laun, bispo auxiliar de Salzburg, escreveu sobre as palavras do Papa Francisco em março, em um artigo para o portal de notícias católica alemão Kath.net. Dom Laun declarou a LifeSiteNews que se encontrou com o Papa brevemente, em 30 de janeiro, como parte da visita ad limina dos bispos austríacos, um encontro que os bispos devem ter a cada cinco anos. Laun acrescentou que ele foi o último dos bispos a falar com o Santo Padre.
“Ao responder minha pergunta, Papa Francisco disse, “a ideologia de gênero é demoníaca!”. Laun escreveu em seu artigo, acrescentando que o Papa não exagerava em seu comentário. “De fato, a ideologia de gênero é a destruição das pessoas, e é por isso que o Papa tinha razão em chamá-la de demoníaca”, disse.
Escrevendo sobre a ideologia de gênero, Dom Laun explicou que a “tese central desse doentio raciocínio é o resultado final de um feminismo radical que o lobby homossexual fez seu”.
“Ele sustenta que não há apenas homem e mulher, mas também outros ‘gêneros’. E mais: toda pessoa pode escolher o seu gênero”, acrescentou.
“Hoje”, afirmou, “a ideologia de gênero é promovida por governos e pessoas importantes, e um montante substancial de dinheiro é lançado para difundi-la, mesmo em materiais de ensino de jardins de infância e escolas”.
Para mais informações a respeito, Dom Laun indicou a leitura do último livro da famosa socióloga alemã Gabriele Kuby, Die globale sexuelle Revolution: Zerstörung der Freiheit im Namen der Freiheit (“A revolução sexual global: destruição da liberdade em nome da liberdade”, tradução livre).
Kuby, uma conhecida de longa data do Papa Bento XVI, presenteou o agora Papa emérito com uma cópia do livro em novembro de 2012. “Graças a Deus que a senhora escreve e fala (sobre esses assuntos)”, disse o Papa Bento a ela.
Para Kuby, não é chocante chamar a ideologia de gênero de demoníaca.
“A ideologia de gênero é a mais profunda rebelião contra Deus possível”, declarou Kuby a LifeSiteNews. “A pessoa não aceita que é criada como homem ou mulher, não, e diz, ‘Eu decido! É minha liberdade!’ — contra a experiência, a natureza, a razão, a ciência!”
“É a última das perversões do individualismo”, explicou. “Ela rouba o homem do último fragmento de sua identidade, isto é, o ser homem e mulher, depois de ter perdido a fé, a família e a nação”.
“É realmente diabólico”, concluiu, “que uma ideologia, que toda pessoa pode discernir como uma mentira, possa capturar o senso comum das pessoas e se tornar uma ideologia dominante em nossos tempos”.
Em seu discurso de 21 de dezembro de 2012 à Cúria Romana, o Papa Bento XVI lançou uma ampla advertência quanto ao uso do “termo ‘gênero’ como nova filosofia da sexualidade”.
“De acordo com tal filosofia, o sexo já não é um dado originário da natureza que o homem deve aceitar e preencher pessoalmente de significado, mas uma função social que cada qual decide autonomamente, enquanto até agora era a sociedade quem a decidia”, afirmou. “Salta aos olhos a profunda falsidade desta teoria e da revolução antropológica que lhe está subjacente”.
Continuava o Papa:O homem contesta o facto de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um facto pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza.
Bento XVI notou o dano dessa filosofia à dignidade humana, à família e às crianças. “Onde a liberdade do fazer se torna liberdade de fazer-se por si mesmo, chega-se necessariamente a negar o próprio Criador; e, consequentemente, o próprio homem como criatura de Deus, como imagem de Deus, é degradado na essência do seu ser”.
O Papa Bento abordou a ideologia de gênero novamente, um mês mais tarde, em 19 de janeiro de 2013. “Os Pastores da Igreja — a qual é «coluna e sustentáculo da verdade» (1Tm 3,15) — disse Bento — têm o dever de alertar contra estas derivas tanto os fiéis católicos como qualquer pessoa de boa vontade e de razão reta”.
“Trata-se de uma deriva negativa para o homem, não obstante se disfarce de bons sentimentos, no sinal de um progresso hipotético, ou de supostos direitos ou ainda de um presumível humanismo”, afirmou. “Por isso, a Igreja reitera o seu grande sim à dignidade e à beleza do matrimônio, como expressão de aliança fiel e fecunda entre um homem e uma mulher, e o seu não a filosofias como aquela do gênero se motiva, pelo fato de que a reciprocidade entre masculino e feminino expressa a beleza da natureza desejada pelo Criador”.
Fonte: http://fratresinunum.com/2014/07/21/bispo-austriaco-papa-disse-me-que-a-ideologia-de-genero-e-demoniaca/
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Santo do dia 28/10/2015 - São Simão e São Judas Tadeu
Celebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino
São Simão: Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa “zeloso”. Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita.
Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.
São Judas Tadeu: Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).
Temos uma epístola de Judas “irmão de Tiago”, que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: “Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente”. Orígenes achava esta epístola “cheia de força e de graça do céu”.
Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia. Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas.
São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.
São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Um grande testemunho do Bispo Fulton Sheen sobre a Eucaristia.
Por Prof. Felipe Aquino, Aleteia.it | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com: Poucos meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado por uma emissora de TV nacional: “Dom Sheen, milhares de pessoas ao redor do mundo são inspirados pelo senhor. E o senhor? Em quem se inspirou? Talvez em algum papa?”
O bispo respondeu que sua maior fonte de inspiração não foi um Papa, um cardeal, outro bispo ou até mesmo um padre ou uma freira, mas uma menina chinesa de 11 anos de idade.
Ele explicou que quando os comunistas tomaram o poder na China, haviam prendido um sacerdote em sua casa paroquial, perto da igreja. O padre olhou assustado para fora da janela, e viu como os comunistas invadiram o templo e tomaram o caminho para o santuário. Cheios de ódio, eles profanaram o tabernáculo, agarraram a âmbula e o cálice e jogaram no chão espalhando por toda parte as hóstias consagradas.
Era um tempo de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias estavam na âmbula: trinta e duas.
Quando os comunistas se retiraram, por algum motivo eles não tinham visto ou não tinha prestado atenção a uma menina que rezava na parte de trás da igreja, e que tinha visto tudo o que tinha acontecido. À noite, a menina voltou e driblando o guarda comunista que estava à frente da casa paroquial, correu e entrou no templo novamente. Lá, ela fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio e sacrilégio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se e, inclinando-se para a frente com a língua estendida, recebeu miraculosamente Jesus na Sagrada Comunhão (na época aos leigos não era permitido tocar a Eucaristia com as mãos) [nota do Fratres: e o amor e zelo da pequena chinesa mostram como eles nunca deveriam ter recebido tal permissão!].
A pequena continuou a voltar a cada noite, fazendo a hora santa e recebendo miraculosamente Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima segunda noite, depois de ter consumido a hóstia, o caso fez rumor e assim chamou a atenção do guarda comunista que correu atrás dela, agarrou-a e bateu nela até matá-la com os golpes da parte de trás de sua arma.
A este ato de martírio heróico assistia o pobre sacerdote, que, desconsolado apenas podia olhar para fora da janela de seu quarto que havia sido transformado em uma prisão solitária.
Quando o Dom Sheen soube desse relato, ele ficou tão inspirado que prometeu a Deus que ele faria uma hora santa de adoração diante do Santíssimo Sacramento todos os dias pelo resto de sua vida. Se aquela menina foi capaz de dar a própria vida como um testemunho da presença real de seu Salvador no Santíssimo Sacramento, o bispo se viu obrigado a fazer o mesmo. Seu único desejo passou a ser aquele de atrair o mundo para o Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento.
A pequena menina chinesa ensinou ao bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter para com a Eucaristia; como a fé pode sobrepor qualquer medo e como o verdadeiro amor por Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida.
Fonte: fratresinunum
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