"Prefiro viver na Loucura dos santos do que na sobriedade dos loucos"
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Dilma defende legalização do aborto e distribuição de renda
OLÁ, PAZ E UNÇÃO,
NEM VOU FAZER INTRODUÇÃO A ESSE TEXTO, APENAS LEIAM, NO FIM DO TEXTO TERÁ UMA OPINIÃO MINHA!!
BRASÍLIA (Reuters) - A chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, defendeu a legalização do aborto e deu pistas de como poderá agir se suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 2011.
"Tenho um imenso orgulho de fazer parte de um governo que mostrou que é possível crescer e distribuir renda ao mesmo tempo", afirmou a ministra em entrevista à revista feminina Marie Claire, que será publicada neste fim de semana.
Desde que foi apontada por Lula como a sua preferida para disputar a eleição presidencial de 2010 pelo PT, a ministra tem se esforçado para se aproximar do eleitorado. Pesquisas de opinião, no entanto, mostram Dilma ainda muito atrás do principal pré-candidato da oposição, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
Sob crescentes ataques da oposição, Dilma ressaltou que, com o tempo, aprendeu a resistir às turbulências políticas. A ministra revelou que, além de ter o apoio do presidente e de colegas de ministérios, consegue se fortalecer quando tem a sensação de que as acusações são injustas.
A ministra não se esquivou de temas polêmicos. "Abortar não é fácil para mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização", argumentou.
"O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias."
Dilma também afirmou que acredita em Deus, outra questão sensível entre os eleitores brasileiros. "Fui batizada na Igreja Católica, mas não pratico. Mas, olha, balançou o avião, a gente faz uma rezinha", disse, sorrindo.
TORTURA
A ministra relembrou sua atuação no período do regime militar, que durou de 1964 a 1985.
"Foi nesse período que ganhei minha sensibilidade social, a noção de que era impossível o país viver com tanta miséria", comentou.
Ex-militante da luta armada contra a ditadura, Dilma contou detalhes dos duros momentos que passou quando foi presa pelos militares, na década de 1970.
"Tomei choques em várias partes do corpo, inclusive nos bicos dos seios. Tive até hemorragia. Depois de apanhar, era jogada nua em um banheiro, suja de urina e fezes", contou.
Para a chefe da Casa Civil, a esquerda cometeu erros de avaliação sobre a situação política e econômica da época.
"Achamos que a ditadura estava em crise, mas, na verdade, o milagre econômico estava apenas começando. A gente não percebeu o quanto eles ainda iam endurecer", reconheceu.
(Texto de Fernando Exman; Edição de Alexandre Caverni)
* * *
Não vou entrar em motivos para abortar, traumas que a Dilma pode ter da época da ditadura, não, apenas vou dar minha opinião sobre esse texto e meu ponto de vista sobre a atitude da dilma e sobre o aborto!!!!
Primeiramente, no caso de aborto, existem 3 tipos de assassinos, e apenas uma vitima: assassinos; 1º a mãe que quiz abortar / 2º o médico que abortou / 3º esse é o maior incentivador do aborto; o politico que apoia e legaliza o aborto / única vitima; a criança indefesa que quer viver mas é assassinada.
Uma coisa a Dilma sabe, não é fácil abortar, só que acho que ela nao sabe que a mulher que aborta, depois do aborto, não é a mesma mulher, primeiramente porque ela tem muito mais tendencia a ser depressiva, segundo, quem aborta, mata, isso inflinge o 5º mandamento da lei de Deus que é não matar.
Jesus pede no evangelho de João 15, 9 - 14 para que amemo-nos uns aos outros como ele nos ama. Como uma pessoa que diz amar o Brasil, apoia o aborto; sendo que quem apoia o aborto, apoia que crianças sejam mortas, e quem mata não ama.
Sou Católico, sou a favor da vida, Jesus é a vida e vida em abundância, sou totalmente contra o aborto, católico que se diz católico e apoia o aborto, comede um pecado grave, não é Dilma??
que católica é essa que apóia o aborto, e se lembra de Deus quando o avião da uma tremedinha...
ABRA O OLHO BRASIL, ABRA O OLHO CATÓLICOS, QUEREMOS A VERDADE, QUEREMOS A VIDA, E NÃO A MORTE!!
Se fui duro nas palavras e alguém não gostou, desculpe, não vou deixar de assumir que sou católico por causa de uma mulher que se diz católica mas apoia o aborto!
VAMOS ORAR POR ESSES POLITICOS!! ELES PRECISAM MUITO DE NOSSAS ORAÇÕES, POIS QUEM APROVAM AS LEIS SÃO ELES!!
coloquei 2 links de videos sobre o aborto.
Deus Abençoe!! Paz e Unção!!
Danilo Otavio Hernandes
Ministério de Música Jovens Consagrados
O QUE É PENTECOSTES?
OLÁ MEUS IRMÃOS, A PAZ DE JESUS E ALEGRIA DE MARIA A TODOS!!!
ESSA SEMANA QUE ANTECEDE O PENTECOSTES, VOU POSTAR MATÉRIAS SOBRE O TEMA, PARA PODERMOS VIVENCIAR ESSA GRAÇA ANTES MESMO DO DOMINGO DE PENTECOSTES!!
ESSA MATÉRIA VEM NOS EXPLICAR O QUE É O PENTECOSTES, RETIREI DO SITE www.comshalom.org
DEUS ABENÇOE, BOA LEITURA!
* * *
Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).
No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.
Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.
Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.
Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=1844
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Como uma diocese enfrenta acusações de abuso por um padre?
Carta do cardeal Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo de Santiago
SANTIAGO, segunda-feira, 26 de Abril de 2010 (ZENIT.org).- Publicamos a carta que foi lida no domingo passado nas paróquias da arquidiocese de Santiago do Chile, escrita pelo cardeal Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo de Santiago, sobre o modo de se enfrentar acusações contra um padre por abusos sexuais.
Em oração, justiça e caridade
Queridos irmãos e colaboradores no Senhor,
Com muita dor tomamos conhecimento das acusações recentemente feitas aos padres e religiosos por abusos sexuais em diferentes países, principalmente de Europa. Com gratidão recebemos a carta do Santo Papa para a Igreja da Irlanda, prova de sua proximidade e solidariedade com as vítimas, seu chamado para a responsabilidade pastoral dos bispos, de forma que estes fatos não se repitam, e seu convite para renovar nosso amor a Cristo e a todas as pessoas às quais Ele nos confia, principalmente os mais jovens e vulneráveis.
No que se refere a nossa cultura, graças a Deus a sociedade tomou consciência da gravidade destes pecados, que também são crimes perante Deus e perante os homens, principalmente os abusos sexuais cometidos contra pessoas menores de idade, especialmente quando as vítimas são as crianças. Eles causam uma dor indizível a pessoas inocentes e deixam sequelas dolorosas, que às vezes só vão se curar lentamente e entre dificuldades. Estes crimes são cometidos, infelizmente, dentro de incontáveis famílias, em muitas instituições dedicadas à infância e à juventude; lamentavelmente eles também se dão na Igreja, fundada por Jesus Cristo para enobrecer o ser humano de acordo com a sua dignidade de família de Deus, e nunca para destruí-lo. Graças a Deus, a sociedade rejeita absolutamente estes fatos e os condena.
Como também no Chile as notícias de abusos nos golpearam e chocaram, eu lhes escrevo de forma que vocês saibam a visão e o procedimento de nossa arquidiocese perante feitos desta natureza. É conveniente que vocês tomem conhecimento dos antecedentes que lhes apresento, pela gravidade dos presumidos fatos que são denunciados, pelo respeito ao qual têm direito os acusadores, pela presunção da inocência de toda a pessoa acusada enquanto não se prove o contrário. Na recentemente concluída Assembleia Plenária nós novamente tratamos o tópico dos procedimentos. Em mensagem final, no que concerne às preocupações de nosso país, os bispos recorrem a este tópico com as seguintes palavras:
"Estas notícias (procedentes principalmente de Europa) puseram no calendário público o complexo e delicado assunto dos abusos sexuais a menores por parte de padres. Aderimos às claras e firmes orientações do Papa Bento XVI neste assunto, como também expressamos nossa adesão contra as injustas acusações, e certamente falsas, que tem recebido por determinadas imprensas em alguns países.
Nós, bispos, temos meditado por estes dias sobre o modo que temos enfrentado, como pastores e como Igreja, os casos que foram denunciados em nosso país. Também analisamos a forma com a qual estes crimes nos desafiam a avaliar ainda mais a fidelidade dos presbíteros e consagrados às suas missões apostólicas, os processos de discernimento vocacional, de admissão aos seminários e de acompanhamento espiritual para os padres. Nesta reunião nós atualizamos nosso modo de aplicação do ordenamento canônico que nos obriga a agir com rigor em face de eventuais acusações, aplicação pela qual nós já tínhamos nos estabelecido em Maio de 2003.
Não há lugar no sacerdócio para esses que abusam de menores e não há pretexto algum que possa justificar este crime. Para as pessoas diretamente afetadas e às comunidades do Chile que tenham visto em algum padre razão de escândalo, nós lhes pedimos perdão e nós os exortamos a comunicar estes fatos. É nosso total compromisso velar incessantemente para que estes crimes sérios não se repitam.
Aos fiéis católicos pedimos, em especial neste Ano Sacerdotal, calorosas orações para esta imensa maioria de padres que entregam sua vida ao Senhor e ao serviço dos irmãos, de forma que eles não se desanimem, continuem crescendo em santidade e encontrem em seus fiéis e pastores uma companhia próxima na comunhão com Jesus."
Realmente, em nossa Igreja Arquidiocesana de Santiago, contamos com um sem número de padres exemplares, que seguem Jesus Cristo com fidelidade, que diariamente têm com Ele na oração pessoal, na leitura das Escritas e na Santa Eucaristia, que doam o tempo e a vida com grande generosidade para as comunidades que a diocese lhes confiou, e para pessoas que a eles recorrem. Sem lugar para dúvidas, sofrem quando é denunciado um irmão padre, ou quando pensam mal deles. Nós lhes devemos toda nossa gratidão, admiração e respeito.
Junto com dar publicidade à entrevista coletiva na qual o Presidente de nossa Conferência Episcopal, Dom Alejandro Goic, concedeu para dar conhecimento da mensagem conclusiva da Assembleia, um jornal matutino divulgou as seguintes notícias: "Revelaram que uma investigação eclesiástica foi aberta contra o ex-padre da paróquia da Igreja de El Bosque, Fernando Karadima (80), acusado de abusar de um ex-colaborador desde que ele era menor de idade." Nesta mesma manhã, ao término de uma celebração litúrgica na Catedral, eu fui consultado pelos meios de comunicação sobre esta informação. Eu respondi que realmente está em curso a investigação mencionada. Isso não significa que a pessoa é considerada culpada. Significa simplesmente que a Igreja está decidida a investigar todas as acusações. No dia seguinte a causa foi levada à Justiça Civil.
Dom Fernando Karadima é um sacerdote que trabalhou prolífica e generosamente quase toda sua vida na Paróquia del Sagrado Corazón de El Bosque, cultivando nos paroquianos a vida de oração, o amor para a Virgem Santíssima e para a Santa Missa, como também a preocupação para o pobre. Em sua defesa estão unidos em gratidão muitos leigos, como a mim mesmo e numerosos padres e religiosos, por tê-los guiado espiritualmente durante longos anos. Dele, Deus se valeu para despertar numerosas vocações ao sacerdócio, para o bispado e à vida consagrada. Uma acusação contra sua pessoa deveria mexer com Igreja, não só em Santiago.
As primeiras acusações formais, assinadas de próprio punho por três pessoas que asseguraram ter sido vítimas do padre, chegaram gradualmente a partir de Maio de 2005. As entregamos, como determinam as normas da Conferência Episcopal, para o Promotor de Justiça. Sobre os fatos lançou-se a sombra da presunção de inocência, segundo prescrição que estabelece o direito canônico. Por outro lado, testemunhos incontáveis e opressivos existiram a favor de padre Fernando Karadima. Depois de uma primeira investigação, e de diligenciar as coisas de um modo apropriado, a causa foi suspensa, aguardando novos fatos, já aprofundados esses obtidos e fazendo novas consultas a peritos em direito canônico.
Dois peritos em direito canônico me indagaram sobre a abertura de um processo judicial. Casos desta natureza são tão excepcionais que consideramos necessário consultar a peritos da Santa Sé. O procedimento em andamento foi levado à frente, com rigor e responsabilidade, em consulta a eles e de acordo com o procedimento canônico.
Por isso, antes das acusações apresentadas, agora sem considerar a prescrição da presunção de inocência, e de acordo com o procedimento eclesiástico estabelecido pela Conferência Episcopal do Chile, entregamos as acusações a um novo Promotor de Justiça, nomeado em 2009, para que investigasse a fundo os fatos, examinasse a veracidade das acusações, oferecesse a possibilidade de defesa ao padre acusado e propusesse, se fosse o caso, a declaração de inocência ou as medidas pertinentes. Este procedimento, que ainda não se concluiu, acontece com total sigilo, para proteger a liberdade desses que denunciam, defendem e dão testemunhos, e preservar o bom nome de tudo eles. Encontra-se bastante avançado.
Estes fatos e a publicidade que está sendo dada a esta situação causam profundas feridas às pessoas que reivindicam respeito, caridade e apoio. Eles certamente provocam um grande sofrimento nesses que denunciam, na pessoa denunciada e nesses que acreditam na inocência dele, que não podem conciliar os fatos denunciados com aquele que só se lembram com admiração e gratidão.
Perante entrevistas jornalísticas, fiz um chamado para se confiar no processo que o Arcebispado de Santiago leva adiante, com espírito de justiça e caridade, relativo às acusações recebidas. Esta confiança está baseada na graça que recebe o Bispo para ser fiel à sua vocação de se assemelhar ao Bom Pastor que dá refúgio a todas as ovelhas, especialmente para as que são mais fracas, estão sós, feridas ou doentes ou sofrem por causa das outras. O que mais desejamos é que em tudo possam contar conosco, seus bispos; também quando a consciência lhes peça para denunciar alguém contra atos imodestos que danificam, ofendem e obscurecem o amor de Deus.
Acima de tudo, eu convido as pessoas afetadas por esta situação dolorosa a ter esperança confiante em sua Igreja no término desta investigação. Ao mesmo tempo, eu peço a todos uma sabedoria especial nas reações e no tratamento deste assunto, por respeito aos envolvidos. Eu também os convido a rezar para estes que sofrem devido a esta triste situação e para aqueles que devem levar adiante e colaborar na investigação, de forma que se alcance a verdade na caridade.
Os sofrimentos, a confusão e a desconfiança são uma terra favorável para que o príncipe da desunião, da aversão e das suspeitas semeie pela mentira os juízos temerários e as más intenções e, assim, obtenha uma colheita abundante. Mantenhamos a serenidade e a paz interior, sabidos de que todas as coisas redundam bem dentro daqueles que amam a Deus e por Ele são amados (cf. Romanos, 8:28).
Em um clima de oração, implorando a intercessão da Virgem Santíssima, confiemos na ação do Espírito Santo que guia, purifica e dá esperança e santidade à sua Igreja.
Santiago, dia de São Jorge, 23 de abril de 2010.
+ Francisco Javier Errázuriz Ossa
Arcebispo Cardeal de Santiago
Fonte: http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=NOVIDADE1&id=ni10637
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